terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

GREVE DE POLICIAIS

Este começo de fevereiro tornou-se marcante, devido a graves acontecimentos que envolveram a Polícia Militar. Nos primeiros dias, começou a greve no Estado da Bahia, que sem encontrar oposição coerente das autoridades, foi tomando um vulto de rebelião, obrigando o governador a pedir ajuda federal com o uso do exército nas ruas. O governador Wagner, de origem sindicalista, demorou a compreender que não podia deixar o povo à mercê de arruaceiros, com tintas de terroristas. Foi um caso nunca visto na Bahia. Pelo dia 10, quando os ânimos arrefeceram, devido a prisões dos líderes do movimento, a P.M. do Rio de Janeiro resolveu entrar em greve, em solidariedade aos baianos. Felizmente o governador Cabral, que preventivamente havia concedido vários dos pleitos da polícia do Rio, soube agir com pulso forte e mandou prender todos os líderes que atuavam na cidade do Rio, em Campos e em Volta Redonda. No restante do estado, o movimento quase não existiu. Foi água na fervura e tudo ficou controlado, sem a necessidade de usar a força do exército, que já estava de prontidão. A verdade é que autoridade é para ser exercida, se quiser ser respeitada.

Nenhum comentário:

Postar um comentário